segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Lista de Filmes - 3ºEM
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Prometeu, deus cujo nome em grego significa
"aquele que vê o futuro", doou aos homens o fogo e as técnicas para
acendê-lo e mantê-lo. Zeus, o soberano dos deuses, se enfureceu com esse ato,
porque o segredo do fogo deveria ser mantido entre os deuses. Por isso, ordenou
a Hefesto [1], que criasse uma mulher que fosse perfeita, e que a apresentasse
à assembléia dos deuses. Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, vestiu essa
mulher com uma roupa branquíssima e adornou-lhe a cabeça com uma guirlanda de
flores, montada sobre uma coroa de ouro. Hefesto a conduziu pessoalmente aos
deuses, e todos ficaram admirados; cada um lhe deu um dom particular:Ritos de passagem- a dificuldade de crescer!
Como é difícil virar adulto Parece que a cada dia fica mais difícil abandonar a infância e a adolescência e tornar-se adulto. Tão difícil que muitos jovens esticam a adolescência até os 30, 40 anos de idade,
com medo de sair do confortável ninho da casa dos pais para cair num mundo duro de enfrentar. Uma passagem realmente difícil, mas que se tornou ainda mais difícil com o desaparecimento dos ritos que exigiam grandes provações e garantiam uma transição firme e segura.
| Foto: Paulo Whitaker |
Nova identidade: No Alto Xingu, um jovem da etnia yawalapiti se submete a ritual de passagem onde sua pele é arranhada até sangrar com o uso de dentes de peixe
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| Leia também:• Sentido iniciático do rito de passagem • Iniciação necessária |
Tatuar-se corresponde à busca inconsciente de uma nova identidade
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com a natureza se dessacralizou, as viagens transformaram-se em turismo
http://www.terra.com.br/revistaplaneta/mat_403.htmde massa e perderam suas virtudes transformadoras, as provas físicas são meramente competitivas e não mais associadas ao desenvolvimento espiritual. A verdade é que hoje vivemos espremidos entre o tempo que nos parece passar depressa demais e um futuro incerto demais. E só um presente vivido intensamente pode fazer frente às intermináveis esperas de quem vive entre a puberdade e o fim da adolescência, uma faixa etária que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente vai dos 12 aos 19 anos, embora dê sinais de que se inicie cada vez mais cedo e se prolongue até bem mais tarde.
O jogador Giovane exibe sua tatuagem. Ao centro, a médica Mamisa Chabula mostra o instrumento que utiliza para fazer essas circuncisões. E, à direita, meninos da etnia xhosa, na África do Sul, se preparam para um importante rito de passagem: a circuncisão.
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Para esses jovens, o próprio corpo não tem nenhum valor, principalmente valor mercantil, uma vez que o mundo do trabalho os recusa. Afinal, colocar-se em risco não tem mais nenhuma importância. Flertar com a morte ou chegar muito perto dela para nunca mais sentir medo ou então para provar um paradoxal desejo de viver.
Limões na pele: À esq., na Malásia um hindu pratica ritual de purificação costurando limões na pele. Ao centro, o grupo teatral Alquimia dos Sonhos, de Brasília, encena peça sobre uso de drogas entre os jovens. À direita, também em Brasília, jovens desmaiam numa boate de tanto beber. Uso de álcool e drogas pode esconder a falta de ritoas de passagem.
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| Sentido iniciático do rito de passagem | ||
Chamam-se ritos de passagem as cerimônias que marcam a passagem de um indivíduo ou grupo de uma fase ou ciclo de vida para outro. Desde o início dos tempos históricos, sabe-se que todas as culturas e civilizações criaram seus próprios ritos de passagem. São exemplos de ritos de passagem o batismo e a primeira comunhão dos católicos e o bar mitzvah dos judeus. Rituais como esses ainda são praticados, mas o profundo sentido iniciático que eles encerram perdeu-se quase completamente.
Esses ritos servem para solenizar certos momentos da vida humana, como nascimento, casamento e morte. Provavelmente, porém, sua maior função é ajudar os jovens a superar a crise psicológica que freqüentemente acompanha a mudança de uma idade para outra – da infância para a adolescência e desta para a idade adulta.
Certas correntes da moderna psicologia consideram que a quase total ausência de ritos de passagem na sociedade contemporânea é uma das principais causas do grande número de casos de jovens despreparados preparados para as dificuldades da vida adulta, inadaptados à dura realidade do mundo e que, por essa razão, preferem existir como eternas crianças ou adolescentes.
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| Iniciação necessária |
Segundo o jornalista Fabrice Hervieu-Wane, que foi consultor para o Unicef na África, autor de diversos artigos sobre educação e do livro Une boussole pour la vie– Les nouveaux rites de passage (Ed. Albin Michel), “se quisermos que as novas gerações vivam em um mundo pleno de sentido, precisamos inventar novas provas para aprender a transformar o suor e as lágrimas em força de vida”.
Do ponto de vista iniciático, não existe crescimento sem crise. Diante de uma crise, podemos nos comportar apenas de duas maneiras: enfrentá-la ou ser vítima. Se não aprendemos a gerenciar a crise, precisamos passar por ela. E, através de nosso comportamento, iremos gerar crises de que temos necessidades para crescer.
Se todos concordam que é hora de rever e reabilitar os ritos de passagem que ajudariam os jovens a crescer, é hora também de arregaçar as mangas e promover um debate multidisciplinar capaz de orientar e iluminar um caminho para a criação de novos ritos. Sem nostalgia. Nosso mundo tem necessidade de ritos modernos e positivos, de cerimônias reposicionadas, originais e entusiásticas, de reencontros profundos com a morte e o renascimento simbólicos.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Filosofia e Ciência
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
HEGEL
| Dialética tomou vários sentidos ao longo da História, mas no geral, o sentido é de contradição, controvérsia |
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Expoliteratura Colégio Gênese
terça-feira, 24 de maio de 2011
CET - Prêmio CET - Edital/Regulamento e Sites de Interesse
domingo, 22 de maio de 2011
Domínio Público
terça-feira, 17 de maio de 2011
Projeto Por Um Trânsito Solidário
| QUEM PARTICIPA | TRABALHO | TEMA |
| Alunos de Educação Infantil (que tenham 3 anos ou mais) | Colagem | O que vejo no trânsito no meu caminho a pé casa/escola |
| Alunos do 1º ao 3º ano | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 4º e 5º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 6º e 7º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 8º e 9º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do Ensino Médio | História em Quadrinhos | Pedestre: Eu respeito |
| TUTORES | TUTELADOS |
| 3ª série do EM | Infantil; 8º e 9º anos |
| 2ª série do EM | 1º ao 5º anos |
| 1ª série do EM | 6º e 7º anos |
CET - Prêmio CET
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Projeto Prêmio das Crianças do Mundo
sábado, 20 de novembro de 2010
Preconceito
Espero que isso tenha sido de alguma maneira importante para vocês. Até a próxima postagem.
Preconceito
A pena de prisão imposta pelo Estado ao condenado tem como objetivo fazê-lo refletir sobre o porque de ser punido.
Estes estaram, mesmo após ter cumprido a pena que foi estabelecida, marcado para sempre pelo etigma de ser um ex-presidiario.
Todo esse preconceito e deficiencia no sistema judiciario, faz com que haja uma espécie de ciclo na maioria das vidas dos ex-presidiarios: Primeiro são presos, e quando soltos não há uma reincerção social do individuo, pois é dificil conseguir um emprego pelo preconceito e a falta de preparação que há dentro da cadeia, sabendo que muitas delas são obrigadas a educar os presos, o que faz muitos voltarem ao mundo de antes da prisão, roubão e voltam a cadeia.
42% de ex-penitenciários volta a praticar crimes e acaba na prisão mais uma vez. Ou seja, o sistema pune, mas não consegue cumprir a função de educar e de capacitar essas pessoas para enfrentar as mesmas condições que as levaram a praticar o primeiro delito. Como disse à Gazeta do Povo o coordenador nacional do Mutirão Car cerário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz federal Erivaldo Ribeiro dos Santos, é preciso dar oportunidade aos egressos. Mas é muito difícil isso acontecer no modelo atual tendo em vista o déficit de 180 mil vagas no siste ma penitenciário. “Em presídio superlotado”, diz ele, “não se consegue fazer curso de capacitação, de educação, alfabetização e muitos presos são analfabetos funcionais.”
"sou uma ex-presidiaria e sofro com preconceitos sobre trabalho, e porque também tenho tatuagens. Tenho 44 anos, tenho 3 filhos e 2 netos.
A falta de emprego pra muitos ex-presidiarios fazem com que eles voltem ao crime. Eu fiquei viúva recente, em agosto, mas estou bem e não quero voltar a vida de antes, e sei que poderia estar melhor trabalhando, mas o preconceito me atrapalha bastante." - Valéria
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Preconceito Racial
O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas diferentes e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade e ao complexo de inferiridade, se sentindo, muitos povos, como sendo inferiores aos europeus.
Quando houve os primeiros contatos entre conquistadores portugueses e africanos, no século XV, não houve atritos de origem racial. Os negros e outros povos da África entraram em acordos comerciais com os europeus, que incluíam o comércio de escravos que, naquela época, era uma forma aceite de aumentar o número de trabalhadores numa sociedade e não uma questão racial.
No entanto, quando os europeus, no século XIX, começaram a colonizar o Continente Negro e as Américas, encontraram justificações para impor aos povos colonizados as suas leis e formas de viver. Uma dessas justificações foi a ideia errônea de que os negros e os índios eram "raças" inferiores e passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados "direitos" aos colonos europeus. Àqueles que não se submetiam era aplicado o genocídio, que exacerbava os sentimentos racistas, tanto por parte dos vencedores, como dos submetidos, como os índios norte-americanos que chamavam os brancos de "Cara pálidas".Podemos citar uma forma de racismo bem famosa, NAZISMO.
O ingles Houston Stewart publicou várias obras sobre a superioridade ariana e Alfred Rosenberg tambem publicou obras que reforçaram essa superioridade racial.
Estas foram aproveitadas pelo programa político do nazismo visando à unificação dos alemães utilizando a identificação dos traços raciais específicos do povo dos senhores. Como a raça alemã era bastante miscigenada, isto é, não havia uma normalidade de traços fisionômicos, criaram-se então raças inimigas, fazendo desta forma surgir um sentimento de hostilidade e aversão dirigido a pessoas e coisas estrangeiras. Desta forma, os nazistas usaram da xenofobia associada ao racismo atribuindo a indivíduos e grupos sociais atos de discriminação para amalgamar o povo alemão contra o que era diferente.
Camila,Daniel,Lucas e Renata 1°ano Médio
