| Dialética tomou vários sentidos ao longo da História, mas no geral, o sentido é de contradição, controvérsia |
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
HEGEL
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Expoliteratura Colégio Gênese
terça-feira, 24 de maio de 2011
CET - Prêmio CET - Edital/Regulamento e Sites de Interesse
domingo, 22 de maio de 2011
Domínio Público
terça-feira, 17 de maio de 2011
Projeto Por Um Trânsito Solidário
| QUEM PARTICIPA | TRABALHO | TEMA |
| Alunos de Educação Infantil (que tenham 3 anos ou mais) | Colagem | O que vejo no trânsito no meu caminho a pé casa/escola |
| Alunos do 1º ao 3º ano | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 4º e 5º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 6º e 7º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do 8º e 9º anos | Cartaz | Como atravesso a rua |
| Alunos do Ensino Médio | História em Quadrinhos | Pedestre: Eu respeito |
| TUTORES | TUTELADOS |
| 3ª série do EM | Infantil; 8º e 9º anos |
| 2ª série do EM | 1º ao 5º anos |
| 1ª série do EM | 6º e 7º anos |
CET - Prêmio CET
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Projeto Prêmio das Crianças do Mundo
sábado, 20 de novembro de 2010
Preconceito
Espero que isso tenha sido de alguma maneira importante para vocês. Até a próxima postagem.
Preconceito
A pena de prisão imposta pelo Estado ao condenado tem como objetivo fazê-lo refletir sobre o porque de ser punido.
Estes estaram, mesmo após ter cumprido a pena que foi estabelecida, marcado para sempre pelo etigma de ser um ex-presidiario.
Todo esse preconceito e deficiencia no sistema judiciario, faz com que haja uma espécie de ciclo na maioria das vidas dos ex-presidiarios: Primeiro são presos, e quando soltos não há uma reincerção social do individuo, pois é dificil conseguir um emprego pelo preconceito e a falta de preparação que há dentro da cadeia, sabendo que muitas delas são obrigadas a educar os presos, o que faz muitos voltarem ao mundo de antes da prisão, roubão e voltam a cadeia.
42% de ex-penitenciários volta a praticar crimes e acaba na prisão mais uma vez. Ou seja, o sistema pune, mas não consegue cumprir a função de educar e de capacitar essas pessoas para enfrentar as mesmas condições que as levaram a praticar o primeiro delito. Como disse à Gazeta do Povo o coordenador nacional do Mutirão Car cerário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz federal Erivaldo Ribeiro dos Santos, é preciso dar oportunidade aos egressos. Mas é muito difícil isso acontecer no modelo atual tendo em vista o déficit de 180 mil vagas no siste ma penitenciário. “Em presídio superlotado”, diz ele, “não se consegue fazer curso de capacitação, de educação, alfabetização e muitos presos são analfabetos funcionais.”
"sou uma ex-presidiaria e sofro com preconceitos sobre trabalho, e porque também tenho tatuagens. Tenho 44 anos, tenho 3 filhos e 2 netos.
A falta de emprego pra muitos ex-presidiarios fazem com que eles voltem ao crime. Eu fiquei viúva recente, em agosto, mas estou bem e não quero voltar a vida de antes, e sei que poderia estar melhor trabalhando, mas o preconceito me atrapalha bastante." - Valéria
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Preconceito Racial
O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas diferentes e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade e ao complexo de inferiridade, se sentindo, muitos povos, como sendo inferiores aos europeus.
Quando houve os primeiros contatos entre conquistadores portugueses e africanos, no século XV, não houve atritos de origem racial. Os negros e outros povos da África entraram em acordos comerciais com os europeus, que incluíam o comércio de escravos que, naquela época, era uma forma aceite de aumentar o número de trabalhadores numa sociedade e não uma questão racial.
No entanto, quando os europeus, no século XIX, começaram a colonizar o Continente Negro e as Américas, encontraram justificações para impor aos povos colonizados as suas leis e formas de viver. Uma dessas justificações foi a ideia errônea de que os negros e os índios eram "raças" inferiores e passaram a aplicar a discriminação com base racial nas suas colônias, para assegurar determinados "direitos" aos colonos europeus. Àqueles que não se submetiam era aplicado o genocídio, que exacerbava os sentimentos racistas, tanto por parte dos vencedores, como dos submetidos, como os índios norte-americanos que chamavam os brancos de "Cara pálidas".Podemos citar uma forma de racismo bem famosa, NAZISMO.
O ingles Houston Stewart publicou várias obras sobre a superioridade ariana e Alfred Rosenberg tambem publicou obras que reforçaram essa superioridade racial.
Estas foram aproveitadas pelo programa político do nazismo visando à unificação dos alemães utilizando a identificação dos traços raciais específicos do povo dos senhores. Como a raça alemã era bastante miscigenada, isto é, não havia uma normalidade de traços fisionômicos, criaram-se então raças inimigas, fazendo desta forma surgir um sentimento de hostilidade e aversão dirigido a pessoas e coisas estrangeiras. Desta forma, os nazistas usaram da xenofobia associada ao racismo atribuindo a indivíduos e grupos sociais atos de discriminação para amalgamar o povo alemão contra o que era diferente.
Camila,Daniel,Lucas e Renata 1°ano Médio
CyberBullying
O bullying, uma forma de agressão psicológica muito comum entre colegas de escola e de trabalho, invadiu com toda a força a internet, surgindo a expressão cyberbullying.
Uma pesquisa divulgada revela que quase 10% dos jovens dizem terem sofrido maus tratos no ambiente escolar e 17% passaram por isso na internet. Quem sofre violência na escola ou pela rede acaba perdendo o entusiasmo pelo ensino, a concentração e pode ainda desenvolver problemas mais graves como depressão.
Dados indicam que a maioria das vítimas do cyberbullying costuma se calar, chamado “sofrimento silencioso”. Os agressores estão sujeitos a cumprir medidas socioeducacionais, como fazer trabalho comunitário. Os pais também podem ter que responder a uma ação civil e pagar indenização à vítima.
Os filhos normalmente seguem o exemplo dos pais e isso pode deixá-los mais expostos em um ambiente onde a maioria das pessoas não tem muito controle. É interessante que os pais estejam inteirados do tipo de site e tecnologias que os filhos estão acessando ou usando. Não que se deva proibir o acesso à internet, mas seria interessante que os pais ensinassem os filhos a como lidar com esta ferramenta. E é importante não culpar as crianças vitimadas por esse tipo de comportamento, já que não é culpa delas não saber toda a extensão dos problemas que esse tipo de tecnologia pode criar.
Isabela,Pedro,Vinicius e Wagner 1°ano Médio
Preconceito de Gênero
Mulher.
Mulher nasceu sofrendo preconceito, desde os primórdios era considerado um ser inferior e de baixa resistência. Na idade média considerada um desgosto já que não podia tocar os negócios da família. Diversas teses tentam comprovar da onde ela surgiu, quem a enviou e o porquê. Até hoje ninguém comprovou a real origem dela, um mistério. Mistério esse que pode ter originado tudo.
Pulando para o hoje em dia, podemos observar a mulher como um homem só que com jornada dupla. Além dos já rotineiros serviços domésticos, elas estão assumindo cargos muito mais importantes nas grandes empresas e acabando com a antiga e injusta realidade dos homens ganharem mais. Segundo pesquisas realizadas entre 1976 e 2007, a mulher vem realizando um papel muito mais relevante do que o homem no crescimento da população economicamente ativa. Mas ainda sim existem alguns fatos que as impedem de assumir melhores colocações e qualificações no mercado de trabalho, como a estatística de que em média vinte e seis horas por semana são dedicadas ao lar, enquanto os homens gastam apenas dez horas.
Estando ou não no mercado, a maioria das mulheres realiza tarefas que são indispensáveis para a sobrevivência dos indivíduos a sua volta.
Com jornadas duplas, triplas ou quádruplas ainda somos mulheres. Merecemos que os homens puxem a cadeira quando vamos nos sentar, mas não nos olhe atravessado no ambiente de trabalho quando os ordenamos, até por que ordem é ordem.
Nossa luta talvez nem seja contra o preconceito de gênero, por que esse é obvio que já conseguimos superar, seja mesmo para que todos passem a respeitar as super mulheres que somos e todos os papéis que exercemos. Por que ser mulher é isso. Lutar por causas que podem ser impossíveis e mostrar que podemos superá-las.
Arnaldo,Caique,Gabriela e Juliana 1°ano Médio
Preconceito Socioeconômico
Devo dizer que "Preconceito Sócio-Econômico" é o maior de todos os preconceitos existentes no Brasil. As pessoas que são desprovidas de dinheiro, não conseguem espaço em lugares onde a cultura é mais elevada. Seja por aparência ou pelo modo de agir e falar, as pessoas da camada mais pobre sofrem o maior preconceito.
Esse preconceito começa no governo. A classe baixa não tem uma educação de qualidade. As escolas públicas não têm estrutura boa, as classes são superlotadas, muitas vezes os professores não são qualificados, os alunos não têm uma grande preocupação dos professores, pois são muitos, não recebem incentivos culturais e aprendem o que o governo quer. Nos hospitais públicos é a mesma coisa. Muitas vezes, os profissionais não se interessam e faltam causando mais demora no atendimento, faltam recursos nos hospitais para atenderem toda a população, os hospitais são desprovidos de tecnologia, são superlotados e super demorados. Outro exemplo que podemos citar é o transporte publico. Quem é desprovido de dinheiro e não pode comprar um carro, sofre com a super lotação desses transportes, com a falta de estrutura para atender a população, com as tarifas cada vez mais altas e sem a melhoria da estrutura.
A classe baixa sofre com o preconceito na hora de conseguir um bom emprego. Muitas vezes, por falta de recursos, não faz faculdade ou não concluiu os ensinos, então só são aceitos em trabalhos pesados e com remuneração baixa.
Então, basicamente, não é com a sua cor, raça ou língua que a sociedade olha; primeiro ela olha a sua aparência, ela te julga sem te conhecer. A classe baixa sofre muito com sociedade e isso começa no próprio governo.
Rebeca, Felipe, Luana e Guilherme . 1º ano- Médio
